| História - Tradições |
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1. DANÇAS E CANTARES REGIONAIS
O Grupo de Bombos de Lavacolhos é destacado neste capítulo.
2. GRUPOS QUE REPRESENTAM ESSAS TRADIÇÕES
Com projecção a nível nacional, os Bombos de Lavacolhos, que se revelam de toque genuíno e sem igual, constituem o verdadeiro cartão de visita da aldeia.
O grupo é constituído por 3 bombos, 2 caixas e um pífaro e o coro "ad-hoc" que não carece de quantificação por ser de número variável e que não interfere forçosamente na qualidade e na sua riqueza etno-musicológica.
Expoente cultural de máximo valor deste povo que, de geração em geração, o soube transmitir deste os tempos mais remotos, o som peculiar concorre para a solenização dos tempos fortes da vida colectiva e constitui para a aldeia um motivo particular de máximo orgulho.
O Grupo de Bombos de Lavacolhos tem actuado em prestigiadas salas de Portugal e perante as mais altas individualidades por ocasião de comemorações e celebrações oficiais.
Os Bombos de Lavacolhos têm sido objecto de vários estudos académicos e artigos em revistas cuja projecção não fica circunscrita à divulgação nacional.
Os pioneiros desta projecção e pesquisa foram sem dúvida Jaime Lopes Dias (in "Etnografia da Beira", Lisboa, 1937) e Michel Giacometti (in "Cancioneiro Popular Português", Círculo de Leitores, 1981 e Programa "Povo que canta", da Rádio Televisão Portuguesa, emissão do autor "O desafio da Sociedade Rural" com cópia depositada na secção de Etnomusicologia do Museu de Artes e Tradições Populares de Paris).
Agraciado pela Câmara Municipal do Fundão em 1995 com a Medalha de Mérito Municipal, publicou também, em colaboração com a Junta de Freguesia de Lavacolhos, um estudo académico "Os Bombos de Lavacolhos - Aspectos Rituais" da autoria de Carlos Gravito, uma obra de referência que consagra a dimensão científica, popular e cultura.
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